quarta-feira, 3 de abril de 2013

Alguns dizem que eu sou cruel...
Que eu não sei falar sem magoar, sem colocar o dedo na ferida...
Mas quem deixou a ferida aberta não sabia que estava sujeito a isso??
Aí sou eu que não sei discutir sem ferir? Me poupem!
Por que os separados reclamam que eu ofendo quando digo que eles não adoram Cristo e sim uma bíblia mutilada e lida ao seu bel prazer para abraçarem mais forte o pecado? Acaso não foi o próprio Cristo que recomendou renunciarmos a nós mesmos e abraçarmos a Cruz!? Por que as pessoas se escandalizam com isso?
Por que os modernistas de plantão não aceitam qualquer menção aos mártires da Igreja, suas vidas e rejeitam seus testemunhos dizendo que eram pessoas ignorantes?
Por acaso foi ignorância de São Pedro e São Paulo morrerem pela Igreja Esposa de Cristo?
Se foi assim e o que dizer de Cristo?
Pode Deus ser ignorante??
É louvável dizer que o verdadeiro líder se coloca em frente ao pelotão de ataque. Que lindo ele dá o exemplo, péra. Desde que não seja Deus!? O.o
Ora, me poupem! Por favor!
Aí quando digo que pode-se esfregar Cristo Ressuscitado na cara dos separados e modernistas de plantão que eles o rejeitarão para abraçar o próprio pecado, sou eu quem ofende?
Vocês estão ofendidos porque a verdade dói. Só isso!
Sabem que para abraçar verdadeiramente a Cristo é necessário morrermos um pouco e isso se da em rejeitarmos nossas vontades que não agradam a Cristo, aí o sujeito prefere agarrar suas vontades em detrimento de Cristo e quando você joga na cara ele se sente ofendido e é você quem magoa?
Péra aí 'mermão'. Péra lá, quem quis se enganar foi você!
Agora vem choramingar e se fazer de coitadinho. Fica aí pelos cantos dizendo que eu não sou uma pessoa piedosa...
Desde quando piedade tem a ver com passar a mão na cabecinha do melindroso (a) ??
Que eu saiba ser piedoso é também corrigir e desculpe se a reprimenda foi dura, mas sinceramente não li Jesus afagar os cobradores de impostos dentro do Templo! O que comeu lá dentro foi o chicote!
Mas vão treinando suas caras de coitadinhos separados e/ou moderninhos, treinem bem, para a hora do juízo...
Afinal, vai que cola... Só que não!
Deus é onisciente.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Verdade X Mentira - A enganação modernista


 Hoje lavando o banheiro não pude deixar de pensar naqueles que abrem a boca para fazer excrementos ao invés de usar a lógica para articular as palavras...
Lembrava-me eu de minha concunhada protestante: uma mulher com duas pós-graduações e várias especializações diferentes em sua área (Fisioterapia), porém cujo exercício de fé é ditado pelos pastores analfabetos da IURD. Falava-me de que não dava a mínima importância aos santos por não acreditar na santidade do ser humano e o pior: ela não sabia que isso vinha do protestantismo e muito menos que evangélico é protestante. A que ponto nós chegamos com o relativismo, hein!?
E não adianta simplesmente você usar a lógica: 1+1 = 2
Existindo santidade = eternidade em Deus
Não existindo santidade = danação eterna (todo mundo está perdido)
É tão claro como as águas do Caribe, é tão simples quanto o sal da terra: Existe santidade para que o homem através do perfeiçoamento constante, consiga se aproximar de Deus, para que o paraíso perdido pelo pecado original, seja resgatado pela Graça de Deus em sua infinita misericórdia para conosco.
A santidade é um exercício que temos que praticar incessantemente. Por isso confessamos e comungamos... Simples assim! Ou seja, Lógico!
Porém a grande descoberta do homem moderno: o relativismo; tapa a verdade de tal maneira a parecer uma névoa densa e corrosiva que vai destruindo a visão da realidade conforme você vai buscando um sentido para a vida de tal modo que não se pode sequer admitir a verdade tão reluzente aos nossos olhos.
Então a criatura protestante não consegue entender que sua salvação depende do seu esforço para chegar à santidade, pois ela rejeita a santidade, Satanás adora isso. Festas são comemoradas no inferno diante de tamanha presunção em achar que já ganhou o céu só por crer e não são necessárias obras e purificação da alma... O pior disso tudo é que essa presunção a muito chegou à nossa porta sob o aspecto humilde da velhinha que oferece a maçã a donzela.
- Veja como sou pobre. Ela diz.
- Me ajude e morda essa maçã.
E nós Católicos mordemos a primeira isca: Ecumenismo.
Sob a forma de diálogo entrou em nossa casa a fumaça negra do Maligno, mas ela entrou como a velhinha pobre que oferecia a maçã, uma maçã bonita e falsamente reluzente... A maçã ecumênica com veneno que irá contaminar o sangue da Donzela Esposa de Cristo com protestantização, marxismo, modernismo, existencialismo, relativismo e afins ao ser mordida, e irá se contagiar com caguetes da pior espécie, e esses irão chegar ao cérebro da donzela que terá sua vista turvada, seus sentidos serão confundidos, ela já dormente tomba e cai convulsiva em profunda agonia...
A donzela ao tentar ser piedosa com a velhinha surrada, desceu de sua intocada morada e mordeu a maçã. Mordeu a isca. Aceitou dialogar com o modernismo e ao sentir em sua boca o gosto doce que lhe desceu amargo e dolorido pelas entranhas (Apo 10, 9-10) viu o quanto esse diálogo é impossível sem ser corrosivo para sua morada e existência, pois esqueceu a porta aberta (ou seria janela?) pela qual entrou o gás do veneno satânico e porque sentiu os efeitos da droga contida na fruta aparentemente inocente, mas com um verdadeiro e potente efeito letal.
Esse diálogo ecumênico excretado incessantemente pela boca de teólogos modernistas em que se diz que a mentalidade medieval podia aceitar os milagres de Deus, a virgindade de Maria, o milagre da multiplicação dos pães, se esquece que Se Não Existe a intervenção de DEUS na história, então não existe salvação, não existe mistério, não existe Salvador, não existe vida eterna... Tão pouco existiria o próprio DEUS!
Aí se cai, como caiu a Donzela no existencialismo. Na falta de um sentido para a vida e na perdição eterna, pois uma vez que existe uma outra vida fora do tempo e se leva uma vida voltada para o momento imediato e as vontades mais momentâneas e fúteis... Então não construímos mais o presente para sermos melhores no futuro e nos tornamos piores que no passado; e teremos muito medo do futuro. Pois certamente será um futuro cada vez muito pior que nos aguarda, tanto nesta vida quanto na outra.
A vida eterna está fora do tempo e tudo nela é pleno, inclusive nosso estado psíquico, nossas perversões e virtudes.
E nós somos as células que unidas formam o corpo da donzela e estamos aos poucos sendo envenenados junto com ela pelo ecumenismo que veio como que buscando uma abertura e encontrou um meio de nos contaminar, e lançou seu Torres Queiruga, seu Leonardo Boff, Frei Beto e outras tantas aberrações teológicas que os anticorpos da Donzela sequer puderam evitar também os abusos doutrinais, sob o pretexto de abraçar os pobres como se os pobres de outros tempos nunca estivessem já inseridos neste contexto, como se os pobres não fossem de riqueza cultural e indignos a merecer fazer parte da donzela em toda a sua glória e riqueza, se esquecendo que a própria donzela vive a pobreza digna, que tem o adorno da beleza externa mas a simplicidade interior necessária para manter de pé seu organismo vivo.
Muito mal se fala dos tradicionalistas, mas sendo tradicionalista ou não, é necessário enxergar que eles são os anticorpos da donzela agonizante e que o esplendor dela não é resultado de magnificência, mas sim daquilo que ela representa... O ouro que a adornar não deve ser sinal de riqueza para ela, mas sim para a deixar digna de agradar a nobreza de seu esposo, para honrá-lo em toda a sua glória.
Por isso tenho asco toda vez que ouço a mídia falar que a Igreja é cheia de luxo, que o Papa atual é simples, blábláblá...
O luxo da capela sistina e dos templos do Vaticano são para Deus, a cama onde dorme o Sumo Pontífice não é de ouro e se sua batina fosse feita do mais belo e caro tecido não seria para ele e sim para o que ele representa: Que é o Doce Cristo na Terra!
E pela força que tem o Espírito Santo espero do fundo do meu coração que o mundo veja o homem que julgam ser o simples e humilde se curvar diante da majestade de Cristo Rei, assumindo uma glória que não é dele, mas que ele representa - o Glorioso Jesus Ressuscitado em seu esplendor.
Pois a donzela está caída e agonizante, mas agora é tarde para perceber que a pobre esfarrapada de dar pena é na verdade uma bruxa egocêntrica, que necessitava vê-la cair de sua grandiosidade para se sentir melhor com sigo mesma e com sua miséria interior. Era tanta sua vontade de ver a donzela perecer no lodo, que a fez se disfarçar para os olhos da esposa, para ao apiedar-se de sua pobreza aparente ser enganada e envenenada para com o envenenamento apodrecer... deixando assim espaço para a Bruxa que de pobre não tem nada, governar sem ser repreendida e humilhada pela Gloriosa Esposa Donzela, pois a bruxa é a rainha das mentiras e maldades que enganam e escravizam os homens, mentiras que não cansa de excretar pela boca imunda contra a Igreja de Cristo.
Assim como Apóstolo amado engoliu um livro doce na boca e amargo nas entranhas, engole a Esposa a fruta inocente e sente os efeitos da droga mortífera da inveja.
Pode um Cristão aceitar a oferta de diálogo com os hereges?
Pode deixar-se dialogar com os modernistas?
Quem ama a verdade e a natureza das coisas divinas, não está aberto ao que o mundo exige como diálogo, pois o diálogo só existe de fato se você diante dos fatos e da comprovação na realidade está disposto a mudar de opinião e aceitar a verdade, não porque a opinião do outro é mais convincente, pois a mentira também convence; mas porque não existe outra alternativa se não a investigação, ainda que não se tenha certeza do todo, mas que se reúnem e se completam, através das evidências encontradas pelo caminho.
O mal do modernismo é a presunção de achar que conhece o mistério, rejeitando as evidências e caindo no abismo do existencialismo.
Assim, o antídoto para a Donzela infectada é criar anticorpos, pois esta donzela não receberá o beijo do príncipe para se curar, uma vez que ela já o havia recebido antes de morder a maçã.
Ela precisa multiplicar esses anticorpos para não sucumbir ao veneno e após a longa enfermidade, curar as células adoentadas e restaurar as corrompidas, para ressurgir esplendorosa e corada sendo adornada novamente e entregue ao seu esposo, conforme é necessário para refletir a sua majestosa glória. E como o discípulo amado: (Apo 10, 11) "Urge que ainda profetizes de novo a numerosas nações, povos, línguas e reis".






domingo, 14 de agosto de 2011

A Vida é Renovação Constante



Cai o Dia, vem a Noite; sai o Sol, entra a Lua; depois do Verão quente, vem as manhãs refrescantes de Outono; depois do Inverno, as tardes ensolaradas da Primavera nos visitam e convidam para ver uma Vida que se renova lá fora...
Nos animais lambendo suas crias, nas lagartas que agora são borboletas enfeitando os jardins, nas flores que se abrem para embelezar os caminhos, na chuva que rega as árvores, nos pássaros que vem cantar depois que o céu fica limpo.
A Vida tem ciclos e esses ciclos fazem parte de uma beleza mágica e única, uma alegria que nos leva a uma renovação mental e espiritual, vendo nas transformações constantes, a graciosidade do mundo como um maravilhoso balé com bailarinos muito bem ensaiados e uma música sutilmente harmônica, que soa com o vento, os pássaros e o farfalhar das folhas.
São ciclos que não terminam, apenas dão espaço a outras manifestações da Vida e da alegria de viver.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Borboletinha


Hoje, ao subir o viaduto para a travessar o túnel, eis que surge na devassidão de concreto uma linda e pequenina borboleta amarela, fiquei pasma como o serzinho voava por entre os carros e como atravessou tranqüilamente na frente do ônibus que eu vinha em meio ao caos do trafego. Isso me perturbou imensamente, fiquei com pena da borboleta, mas ao mesmo tempo procurando o lugar de onde ela veio, só aí me dei conta das árvores no entorno do viaduto.
Ví que as árvores tinham copas tão altas e imponentes que desafiavam o concreto cinzento, percebi que por mais que nos esforçemos para enfeiar e sufocar a nossa cidade, existem forças para lutar , para resistir, para romper ao menor sinal de cansaço humano. Mas a Natureza não cansa. Os arquitetos de Deus nunca deixam de desenhar as nuances da criação, na sua mais esplendorosa manhã e a borboletinha, que antes me parecia lutar para viver, não passa de uma mensageira intrometida e posuda para nos saudar e mostrar o quanto é bela a criação e manhã que nos sorri.

Reflexões

Certo dia eu li que “Se ficamos doentes é para darmos mais valor à Vida.”
Ora, eu dou valor à vida dou valor a minha existência, a existência de tudo que Deus criou para nosso deleite, como a música, as plantas, os pássaros, as flores, os amigos...
Aí eu olho ao meu redor e penso:
Será que se temos inimigos é porque também precisamos de parâmetro para valorizar a amizade?
Se existe o mal é para valorizarmos o bem?
Mas o que é bem e o que é mal?
Se imaginarmos que o mal são coisas ruins então posso classificar a morte de mal?!
Mas foi Deus quem criou a morte... Deus não é mal! Definitivamente não é!!!
Será que realmente existe o mal em seu estado único ou é o desequilíbrio que se transforma em mal?
Vejamos: Se eu mato o que vou comer: Um vegetal e uma galinha e faço uma bela refeição, me reuno com minha família e amigos para matar a fome e me revigorar, estaria fazendo mal?
A resposta é não, porque eu preciso comer.
Se o mar está infestado de tubarões, eu entro neste habitat que não é meu e sou mordida por um tubarão, ele é mau? Está me fazendo mal sem dúvida, mas não é maldade. 
Existe um dito popular que fala: “A diferença entre o remédio e o veneno é a dose.”
Não veremos um tubarão sair por aí abocanhando sem comer pelo simples prazer de abocanhar, nem um bicho atacando sem se sentir ameaçado ou faminto.
Porém, nós, espécimes superiores, o topo da cadeia alimentar, igualados ao próprio Deus surgidos do sopro divino como cópias perfeitas do criador, estamos degradando o mundo inteiro, nosso próprio Habitat, as pérolas da Divina Criação.
Não existe nada que o homem faça que chegue perto daquilo que Deus Criou com harmonia e perfeição. Nem mais belo que possamos imaginar e nem mais belo para os olhos admirarem.
Então porque insistimos em depredar aquilo que necessitamos hoje e sempre?
Quando daremos valor ao nosso mundo, ao nosso planeta, ao nosso habitat?
Quando não tivermos mais o que preservar?
De que adianta você ter uma linda casa se essa linda casa não terá onde se manter fundada, de que adianta você dirigir o seu lindo carro, que bebe muito polui muito, se logo, logo você não terá mais onde rodar com ele?
E você? Onde estará, quando não mais puder pegar um fino raio de sol? Quando o céu for apenas cinza, o mar impossível de entrar, a chuva completamente ácida, o ar irrespirável, a vida agonizante...
E Você? Como irá sobreviver?